Manifestantes protestam nas ruas do Brasil - Foto: divulgação
Manifestantes protestam nas ruas do Brasil – Foto: divulgação

Manchete dos mais importantes jornais, revistas e sites do mundo retrataram as manifestações que tomaram conta do país nos últimos meses. Do caderno de política, as análises migraram para as páginas de cultura e business e nesta sexta-feira (19.06) chegaram ao destaque do WWD, um dos principais portais de moda, beleza e varejo do universo fashion.

No artigo, a ascensão do mercado de luxo no país, a chegada das principais labels internacionais e os impactos dos protestos no consumo de moda são analisados. A crítica aos atos de vandalismo, a política protecionista e a consequente inflação dos preços estão por lá. “Os recentes acontecimentos criaram incerteza no ambiente de negócios do Brasil e prejudicam as vendas em muitos setores. As empresas estão revendo planos de investimento e adiantando projetos de expansão”.

Contudo, na contramão das censuras, duas importantes marcas internacionais afirmam que seus projetos de expansão por aqui continuam inabalados. “Nós temos investido no país nos últimos anos e para nós a presença no Brasil é importante para garantir a melhor oferta dos produtos Burberry, de modo que nossos clientes brasileiros que viajam tenham acesso aos mesmos produtos que encontrariam se estivessem em Londres ou Miami”, afirmou a diretora da Burberry, Carol Fairweather.

Fazendo coro a tradicional marca inglesa, a Dior garante que não pretende frear a sua expansão no país, “nós sabemos que depois da chuva vem o sol”, relatou para o WWD o diretor executivo da marca, Sidney Toledano. “No Brasil, sabemos que em médio e longo prazo o resultado é muito bom. São Paulo agora está indo bem”,  comentou sobre a loja da maison no Shopping Cidade Jardim. Bazaar está de olho na movimentação do mercado.