Por Sylvain Justum

Militarismo e clássicos tropicais se encontram no verão da Movimento, que, não contente em fazer um beachwear funcional – ou seja, que vai à areia -, tem o mérito de apresentar boas idéias também para o pós-praia.

É bem verdade que a referência militar nas roupas é tímida, ficando restrita a detalhes de camisaria masculina acoplada aos maiôs, em complementos removíveis que pontuam o desfile, nos macrobotões de algumas peças e, sobretudo, aos belos acessórios metalizados – ótimo recurso de styling, diga-se.

São lindos o quepes dourados e as condecorações transformadas em colar no último bloco.

De resto, prints de araras –como os do bom macacão vazado – , vegetação e paisagem, recorrentes no segmento, babados e bons micro vestidos. O design rebuscado demais de alguns looks era totalmente dispensável.

O melhor look: São dois: caftã sem mangas com print tie dye multicolorido, usado sobre biquíni, e o vestido curto com print artsy de Fabiana Mayer

O acessório: a bolsinha tipo cesto, de palha, desfilada por Alicia Kuczman é uma graça, inclusive para usar na cidade.