Foto: divulgação
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Por Matheus Evangelista

Camaleoa, icônica, única. Raquel Zimmermann é uma daquelas modelos que não cansamos de ver em editoriais, campanhas, desfiles. É hipnotizante, de verdade. Raquel não pisa em passarelas nacionais desde o desfile de verão 2012 da Animale, e, no exterior, até a última semana, não desfilava há quase quatro anos. O retorno aconteceu na apresentação da Givenchy, que celebrou os dez anos de Riccardo Tisci na Maison francesa com desfile histórico em Nova York – ela fechou a apresentação e a partir dai já dava para ter uma ideia do que vinha pela frente.

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Givenchy homenageia os dez anos de Riccardo Tisci frente à marca

Longe dos holofotes nos últimos tempos, Raquel se refugiou com amigos em praias desertas dos Estados Unidos, passou temporada no Havaí surfando, viajou para Londres e não quis saber de campanhas ou eventos sociais – o Instagram dela revela bem esse desprendimento. Ela era representada pela agência Mega Models no Brasil, mas faz tempo que não pisa por aqui e para contactar profissionalmente a moça é preciso falar com a DNA Models em Nova York. Marcas e empresas já tentaram contratar a bela, ofereceram tudo e mais um pouco, valores fora do padrão. Nada fez a loira de Bom Retiro do Sul, do Rio Grande do Sul mudar de ideia.

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O retorno está em progressivo amadurecimento, afinal, em menos de duas semanas ela apareceu na campanha da marca espanhola Loewe e acaba de abrir o desfile de verão 2016 da Versace – da qual deve estrelar a próxima campanha. Essa reclusão parece ter chegado ao fim, e os fãs da top não poderiam estar mais felizes com essa volta triunfal. Raquel, welcome back!