Miami Horror - Foto: Divulgação
Miami Horror – Foto: Divulgação

Por Paula Jacob

Aconteceu na última quinta-feira, 06.11, a festa “Nocturne” da Calvin Klein Jeans na Cidade Matarazzo. A label está celebrando o excelente momento no Brasil e as novidades marcadas para os próximos meses.
Para agitar a festa, os australianos do Miami Horror desembarcaram no Brasil (por apenas um dia), com show exclusivo marcado para a meia noite. Minutos antes de subirem no palco, a Bazaar entrevistou a banda no camarim do local.
Formada em 2007 por Benjamin Plant, Josh Moriarty, Aaron Shanahan e Daniel Whitechurch, o Miami Horror é um dos destaques do cenário musical da Austrália, acompanhados por Van She e Chet Faker. Os jovens de Melbourne são amigos desde a escola, e entre uma aula e outra, decidiram fazer um projeto musical juntos, que resultou no sucesso internacional de hoje. Sem estereótipos pré-estabelecidos, Miami Horror gosta de fazer a música deles dentro daquilo que cresceram escutando, com a inovação musical característica da banda. No currículo, um disco, Illumination, lançado em 2010 e mais de 8 singles que viraram hits mundias.

Miami Horror - Foto: Divulgação
Miami Horror – Foto: Divulgação

Quando questionados sobre moda, os meninos dizem que cada um na banda possui um estilo próprio, que acabou coincidindo um com o outro, então não destoa ou interfere no resultado musical.
A relação da moda com a música, para eles, esteve sempre ali presente. Nomes como o gênio David Bowie, que revolucionou a indústria da moda na época, com suas parcerias com estilistas para figurinos de vídeo clipes e shows, com Madonna e sua grande influencia no público no anos 80 e 90, e outros tantos.
Sobre a relação de cada um com a Calvin Klein, todos dizem que é uma marca que está presente no dia-dia, desde sempre. Com a linha underwear, jeans, e as camisas, que ressaltam ser de qualidade excelente e caimento perfeito.
Miami Horror preparou um novo disco para lançar em 2015. E a boa novidade? Uma turnê mundial, incluindo Nova Zelândia e Brasil. Com mais tempo, poderemos curtir os australianos no país no ano que vem.