1. Colar de resina reciclada de garrafas PET, com couro e fecho magnético, R$ 450 2. Colar de resina fosca, R$ 350 3. Colar de resina reciclada de garrafas PET, com couro, fecho magnético e tassel de seda, R$ 450 - Foto: reprodução
1. Colar de resina reciclada de garrafas PET, com couro e fecho magnético, R$ 450 2. Colar de resina fosca, R$ 350 3. Colar de resina reciclada de garrafas PET, com couro, fecho magnético e tassel de seda, R$ 450 – Foto: reprodução

Por Ligia Carvalhosa

Há 30 anos, o casal Ivana Salume e Sergio Volpi desenvolvem acessórios de resina para marcas como Renner, Arezzo e Le Lis Blanc, mas passaram os últimos dois trabalhando, discretamente, num projeto mais pessoal: uma marca própria, que leva o nome dela. “Atingimos um patamar de qualidade e conhecimento que nos levou para esse caminho”, diz Sergio, sobre a nova empreitada, que passa por bons momentos com o lançamento da coleção de inverno 2016 (a quarta da dupla). “Nossos preços já não eram competitivos para o atacado, foi um processo natural, amadurecemos uma vontade antiga”, continua ele, responsável pela criação das peças – ela se encarrega do financeiro e comercial.

Pulseiras de resina reciclada de garrafas PET, R$ 118 (cada)  - Foto: reprodução
Pulseiras de resina reciclada de garrafas PET, R$ 118 (cada) – Foto: reprodução

Disponível a partir deste mês nas araras virtuais do OQvestir, a nova coleção tem bijoux em proporções amplas e texturas pouco óbvias, como o efeito marmorizado trabalhado em resina reciclada de garrafa PET. Entre as novidades, formas arredondadas, fechos magnéticos e o uso de couro e seda em colares, brincos, pulseiras e anéis. “Detalhes de mobiliários e elementos da natureza são minha principal inspiração”, diz Sergio.

Brincos de resina reciclada de garrafas PET, R$ 165  - Foto: reprodução
Brincos de resina reciclada de garrafas PET, R$ 165 – Foto: reprodução

De sua última viagem, para Miami, por exemplo, trouxe uma série de conchas que prometem render ótimas criações. “Fotografo tudo o que me chama a atenção e, a partir desse banco de imagens, penso em formas e combinações.” Para o futuro, os planos são de expansão. Da fábrica e ateliê que eles mantêm no Ipiranga, em São Paulo, almejam o mundo. A começar por Nova York, onde participarão de um showroom já no início deste ano.