Fotos: Agência Fotosite
Fotos: Agência Fotosite

Por Sylvain Justum

A estreia da Lilly Sarti na passarela do SPFW foi segura, com um repertório baseado no Ano Chinês do Cavalo e em referências indígenas norte-americanas, aplicadas em hits da grife como as calças boot cut, meio setentistas, os vestidos curtos de camurça colorida – desta vez, mais terrosa -, as botinhas com recortes aplicados e a novidade que já deu certo entre as fãs da marca, o crochê e o tricô de pontos largos. Some aí uma porção de saias, blusas e vestidos de seda devorê, com desenhos místicos e navajo, bem leves e sacolejantes, sensação de movimento aumentada pelas franjas das bolsas. Transparências e texturas teladas fizeram bonito, assim como as boas entradas de denim, bruto, bleach ou clarinho, para ser usado dos pés à cabeça.