Foto: Divulgação/Gleeson Paulino

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Renner, varejista brasileira, está adotando ações que destacam a importância que a sustentabilidade tem em diversas vertentes em nossa vida, principalmente quando se fala de moda. Desde 2018, esse viés ganha cada vez mais força dentro do que eles enxergam no mercado, seus planos e quais são suas necessidades atuais, já que sua produção impacta diretamente o meio ambiente.

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“Já estávamos comercializando peças com menos impacto ambiental quando, em 2018, demos mais um passo importante na nossa estratégia de moda responsável com o lançamento do selo Re, que simboliza o jeito que a marca pensa e pratica a sustentabilidade, identificando produtos e serviços voltados para o tema, com a função de levar informação ao público e estimular um consumo mais consciente.” diz Fernanda Feijó, porta-voz e diretora de estilo da Renner.

Entre as medidas adotadas no selo Re, os principais destaques são as matérias primas utilizadas para produzir as suas peças: algodão certificado, liocel (uma fibra renovável que vem da produção da celulose), viscose certificada, poliamida biodegradável e fio reciclado. Além disso, a marca adota outros processos responsáveis, como tingimento natural, upcycling e diminuição do consumo de água.

Foto: Divulgação/Gleeson Paulino

Na coleção de inverno 2021 da marca, não foi diferente: a linha chega ao mercado como uma evolução do selo Re, chamada de “Nova Era”. Essa nova etapa da caminhada sustentável da Renner adota novos materiais certificados, como o algodão BCI (Better Cotton Initiative), a viscose EcoVero™ e o poliéster GRS (Global Recycle Standard) em peças-chave para a estação.

Alguns destaques são a jaqueta com franjas nas mangas e os conjuntos – um marrom que combina cropped com manga curta bufante e saia midi de entremeios e outro conjunto com estampa floral e saia transpassada.

“Vale frisar que temos novas peças do selo Re (respeitar, repensar, reciclar, ressignificar e refletir) chegando às lojas a todo momento, mesmo fora das nossas coleções principais. No início do ano, por exemplo, lançamos uma coleção- cápsula confeccionada com algodão agroecológico plantado por comunidades indígenas e quilombolas do interior de Minas Gerais”, conta Fernanda.

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Foto: Divulgação/Gleeson Paulino

Para 2021, a marca assume a responsabilidade de ter 80% de produtos menos impactantes (sendo 100% do algodão usado certificado), 100% da cadeia internacional de revenda com certificação socioambiental, economizar 75% do consumo de energia corporativo (sendo de fontes de energia renováveis: PCHs, solar, eólica e biomassa) e 20% de redução das emissões absolutas de CO2.

Em suas lojas, são usadas lâmpadas de LED, a energia consumida nelas provém de fontes renováveis. Inclusive em sua sede e em mais dois locais, elas possuem selo LED de construção sustentável. As sacolas e cortinas dos provadores são feitas de materiais reciclados, além de neutralizarem 100% das emissões de CO2.