Irina Shayk para Harper´s Bazaar
Irina Shayk para Harper´s Bazaar

Hoje em dia, é altamente discutido os males que o uso excessivo do celular pode causar, como problemas visuais e de sono. Menos comentado, o chamado Tech Neck também é um problema causado pela postura que assumimos ao usar esses aparelhos. Deixar a cabeça mais baixa e pendente pode criar ou aumentar a quantidade de flacidez no pescoço.

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Segundo a esteticista Edy Guimarães, a nossa pele perde a firmeza conforme envelhecemos, já que passamos a produzir menos colágeno. “É preciso entender que a pele do pescoço é bem mais delicada e não temos folículos pilo sebáceo, que ajudam a permear os dermocosméticos, na região.

Portanto, essa é a área que mais requer cremes específicos”, explica Edy, que acrescenta que é por isso que a medida que envelhecemos a aparição dessas linhas horizontais, ou seja, de rugas aumenta. Além da baixa produção de colágeno, a exposição prolongada ao sol, o uso de tabaco e pouca hidratação são outros agravantes dessa condição.

O uso de celular e computador contribuem para a criação de rugas quando uma má postura é adotada. A posição errada cria dobras na pele e aumenta a incidência de linhas verticais.

Foto: Reprodução/Harper's Bazaar Singapura
Foto: Reprodução/Harper’s Bazaar Singapura

Para evitar essa condição, é importante prestar atenção na postura. “Para reverter os sintomas de envelhecimento do pescoço, tente manter o queixo alto. Não se trata de estar em uma posição incômoda que cause desconforto no pescoço ou nas costas. Na verdade, basta manter a coluna reta e virara para cima, o que também ajudará a mantê-la mais saudável”, recomenda a esteticista. Outras formas de prevenção incluem exercícios de fortalecimento e cremes e séruns que devem ser usados diariamente para hidratar e tonificar a região.

“Entre os melhores ativos que esses produtos contém podemos citar o coheliss, que tem um efeito antigravidade, o extrato de arnica, um anti-inflamatório e lipolítico, e a manteiga de karité, que recupera a barreira cutânea”, indica Edy. A esteticista também ressalta que outros problemas cutáneos podem ser causados pelo uso excessivo do celular: “Pesquisar afirmam que nossos aparelhos contêm mais bactérias do que um banheiro.

Essas bactérias em contato com a pele, especialmente em poros abertos, podem causar problemas como acne, cravos e dermatites. Além disso, a luz emitida pela tela dos celulares também contribuem para o envelhecimento precoce da pele e para o aparecimento de manchas e lesões pigmentadas, da mesma forma que os raios UV emitidos pela luz solar”.

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