Foto: Reprodução/Instagram/@gianvitorossi

Conhecidos pelo conforto, os desejados sapatos de Gianvito Rossi chegam ao Brasil com uma loja exclusiva no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, a primeira da marca em toda a América Latina. As peças da grife são famosas por seu design atemporal, clássico e moderno ao mesmo tempo.

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Quem usa

O designer italiano lançou sua grife em 2006, para dar continuidade ao legado de seu pai, Sergio Rossi, um dos maiores shoe makers do mundo, falecido recentemente. A grife rapidamente se tornou queridinha de celebridades como Beyoncé, Eva Longoria, Gwyneth Paltrow, Penelope Cruz, Reese Witherspoon, Diane Krueger, Sarah Jessica Parker, Anne Hathaway, Adriana Lima e Jennifer Lopez.

A produção de um par de sapatos da Gianvito Rossi passa por 60 etapas, desde a escolha dos materiais até chegar ao produto final. “Uma mulher forte, que quer se vestir de uma maneira moderna, feminina e elegante”, diz o criador, para quem as mulheres devem se sentir confiantes em seus sapatos.

A modelo Cindy Bruna usa Gianvito Rossi em festa da Harper’s Bazaar – Foto: Reprodução/Instagram/@gianvitorossi

Linha Signature

Entre os carros chefes da marca estão os modelos da linha Signature, que estão sempre no portfólio da marca ganhando novas cores e releituras a cada temporada. São elas a sandália Portofino, um ícone da Gianvito Rossi; o “pump” Gianvito; o escarpin Plexi, com um recorte em PVC transparente; e as sandálias e sapatos Montecarlo, que ganham delicados acabamentos em cristal.

Além disso, merecem destaque os escarpins Alice e Anna, que são abertos atrás; as botas; e as sandálias de tiras trançadas em versões com saltos mais baixos e flats.

“Como designer, o meu objetivo é sempre criar algo que seja original e que se torne um clássico, isso é, sem dúvida, parte do meu DNA. A Gianvito Rossi não se preocupa em criar peças que sejam apenas tendências para durar dois meses”, afirma Gianvito. “Quando algo é original, bonito e elegante, a chance de se tornar um clássico é maior. É claro que a modernidade tem de estar lá, mas para fazer algo atemporal é preciso olhar para o futuro, enquanto o trendy é apenas o agora, sem uma perspectiva”, completa.