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Por Chiara Gadaleta

Outubro é mês do consumo consciente e cada vez mais observamos grandes empresas da moda levantarem a bandeira dessa nova forma, mais contemporânea e engajada de pensar, criar, vender e comprar.

A Malwee, uma das grandes do setor, acaba de lançar um posicionamento e pretende inspirar outras empresas a fazerem o mesmo. O nome da campanha “Moda Sem Ponto Final” já anuncia um novo caminho, que não é descartável e que estimula seus consumidores a fazerem boas escolhas.

A “Moda Sem Ponto Final” tem o objetivo de reforçar a preocupação com o impacto ambiental causado pela indústria da moda, a segunda mais poluente do mundo. Segundo dados da ONU Meio Ambiente, a indústria da moda é responsável por 20% da poluição industrial da água do planeta, por 10% da emissão global de CO² e pelo descarte do equivalente a um caminhão de roupas por segundo.

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Nesse cenário que pede ação e transparência, a Malwee anuncia um novo jeito de pensar e desenvolver as suas coleções. A novidade é que a marca passa a lançar, anualmente, grandes coleções, intituladas “Verões”, “Invernos”, “Outonos” e “Primaveras”, pensadas para promover o uso de peças que podem ser repetidas a cada ano e combinadas com novas tendências, provocando o pensamento de um guarda-roupas mais inteligente e evitando o descarte prematuro das roupas. 

Para a Malwee, uma roupa pode e deve contar muitas histórias e lança projeto com a Repassa, startup que funciona como brechó online, buscando roupas usadas na casa das pessoas e revendendo pela internet.

Nessa parceria que evita o descarte inadequado das roupas e inclui planeta e pessoas, a “sacola do bem” Malwee + Repassa será distribuída durante os próximos dois meses para todos os consumidores que fizerem compras no e-commerce da marca como forma de estímulo para que possam revender produtos que estão parados nos seus guarda-roupas.

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“Cinco anos atrás a moda vivia a era do ‘ter’. Era muito comum encontrar marcas que estimulavam o consumo de forma ‘descartável’, em que as coleções se sobrepunham e se renovavam em ciclos de três meses em média e pouco se discutia sobre as consequências disso. Hoje vivemos um movimento bastante contrário a esse. Observamos marcas que já começam a discutir uma nova forma de se relacionar com a moda, buscando minimizar impactos para o futuro e repensando o tempo de uso e a qualidade dos produtos. Nós acreditamos que esse seja um caminho sem volta e que, num futuro breve, todos nós, marcas e consumidores de moda, teremos um papel de escolha muito mais consciente e seremos agentes de uma transformação definitiva na moda. Aqui na Malwee, nós vivemos e acreditamos nesse futuro desde 1968!, explica Guilherme Moreno, gerente de marketing da Malwee.

A Malwee será uma das empresas escolhidas para participar do primeiro Green Summit Bazaar Ecoera, no dia 28 de outubro, e para garantir a sua vaga, clique aqui.

A moda que representa os nossos tempos espalha boas notícias sobre as pessoas e o planeta.

Vamos juntxs!

Bjs,

Chiara