Foto: Divulgação
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Das principais portas de entrada para a Ásia, Bangkok é famoso ponto estratégico para os mais diversos destinos orientais. Prova disso é o volume de vôos que chegam e partem diariamente de Suvarnabhumi, aeroporto internacional da cidade. Emendar conexões é prática comum entre turistas ansiosos pelo mar azul vibrante de Maya Bay, eternizado no filme “A Praia”, com Leonardo DiCaprio, pelas centenas de templos e oásis naturais de Chiang Mai, ao norte do país, ou até por destinos mais exóticos além da fronteira tailandesa, como o Camboja e o Vietnã.

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Trata-se de um grande erro! Virar as costas para a capital é desperdiçar pequenos tesouros escondidos em meio ao calor e ao caos urbano. Na primeira vez vale, sim, dar check nos templos do Grand Palace (chegue cedo para evitar a concorrência do Buda Deitado!), no agito noturno da Khaosan Road e no popular rooftop Sky Bar Sirocco, para bons drinks e landscape de luzes. Andar de barco pelo rio Chao Phraya é agradável e dá um panorama geral de Bangkok, considerada a Veneza do Oriente. E ir pelas águas até as construções Ayutthaya, do império Khmer, garante excelentes fotos e um boost na cultura asiática.

A programação turística fecha bem com as massagens da rede Health Land Spa & Massage (experimentamos – e recomendamos! – um tratamento de duas horas com muito alongamento, relax e deslizamento com óleo essencial) e a aula de culinária na Blue Elephant.

Foto: Arquivo Pessoal
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A partir daí, dicas insiders ajudam a desvendar o mapa da mina, em uma saga mais exclusiva e surpreendente, do jeito que a gente gosta. O primeiro segredo: focar nas regiões de Ekamai, Thonglor e Sukhumvit, as mais cool da cidade.

É onde estão os melhores restaurantes, bares, clubes e lojas. Anote os nomes a seguir: Supanniga Eating Room, Soul Food Mahanakorn e Greyhound Cafe para comida thai de qualidade, Roots e Kaizen Coffee para os melhores cafés da área, Thaipioka, Libération e Strange Fruit para coquetéis finos e elaborados e Beam at 72 Courtyard, Studio Lam e De Commune para dançar até cansar.

The Commons é uma espécie de Chelsea Market local, bom para ver e ser visto. Compras regadas a expresso dos bons você encontra nas lojas WWA, multimarcas com labels não convencionais e linha própria, e a alfaiataria The Somchai, só para eles. Dos spots mais afastados, nenhum supera o posto de Jay Fai na Maha Chai Road: a rainha da comida de rua tailandesa já ganhou até estrela Michelin por seus pratos muito bem preparados. O tom yum seco e o omelete de caranguejo são algumas das especialidades da casa. Vá de tuk-tuk.

Foto: Divulgação
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A rede hoteleira da cidade é bastante diversa. Para se hospedar com classe, recomendamos o imponente Lancaster Bangkok, membro da Preferred Hotels & Resorts, que tem ares de palácio e opções de quartos de luxo que mais parecem apartamentos, com ambientes superbem divididos que incluem sala ampla, cozinha bem equipada e banheira. Dá para morar fácil por lá! O andar dedicado ao bem-estar é um capítulo à parte: piscina, jacuzzi, sauna e a maior academia que já vimos em um hotel. Dá até vontade de queimar todas as calorias ingeridas no caprichado café da manhã – fomos de sopa de noodles picante antes das 8… Mais um clássico local!

Três dias cheios são o suficiente para a primeira vez na cidade.

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