Fachada da loja - Foto: Divulgação
Fachada da loja – Foto: Divulgação

Por Cristiane Peixoto

A Nordstrom acaba de inaugurar loja em Nova York. Um projeto audacioso diante do apocalipse que estamos vendo com as grandes lojas de departamento na cidade: Barneys pedindo falência, Lord & Taylor e Henry Bendel fechadas. Sem falar no e-commerce e um consumidor cada vez mais exigente e bem informado.

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Detalhe da arquitetura da loja - Foto: Divulgação
Detalhe da arquitetura da loja – Foto: Divulgação

A flagship com localização privilegiada, próxima ao Columbus Circle, tem sete andares e cerca de 30.000 m², foi projetada com este novo consumidor em mente. Serviços de alfaiate e consertos na hora, personal stylists, entregas no mesmo dia e wi-fi são apenas algumas das medidas para facilitar a vida do cliente.

O bar Broadway - Foto: Divulgação
O bar Broadway – Foto: Divulgação

Não poderiam faltar os restaurantes (são cinco), cafés e até um bar no meio do salão de sapatos (um verdadeiro perigo!). Não basta só conveniência, tem que ter a “experiência” também. Inclua nesta categoria serviços de escova do Drybar e massagem facial da Face Gym.

O "bar" de sapatos - Foto: Divulgação
O “bar” de sapatos – Foto: Divulgação

A Nordstrom aposta também no seu diferencial: “Nós vendemos de Vans a Valentino”, lembra Pete Nordstrom, co-presidente da gigante. Um dos grandes sucessos da rede é o projeto Space, uma loja conceito dentro da própria Nordstrom, capitaneado por Olivia Kim, vice-presidente de projetos criativos. Nomes como Simone Rocha e Cecilie Bahnsen ganham espaço e a oportunidade de serem descobertas por um outro público menos avant-garde.

Setor de beleza - Foto: Divulgação
Setor de beleza – Foto: Divulgação

O destaque da construção fica por conta da fachada toda em vidro ondulada criada por James Carpenter, permitindo a entrada direta da luz e uma experiência tanto para quem está fora ou dentro da loja.

Setor de bolsas - Foto: Divulgação
Setor de bolsas – Foto: Divulgação

Dawn Clark, vice-presidente de arquitetura, uma admiradora de Oscar Niemeyer, ressalta a importância das curvas que permeiam todo o projeto. Até as colunas não possuem ângulos retos. A ideia foi criar um espaço que flui e não sufoca. Welcome to NY!

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