Anitta usa look total Colcci - Foto: Gui Paganini, com edição de moda de André Phillipe, direção de arte de Thiago Batista, beleza de Silvio Giorgio, produção exectiva de Thebox.AG (Rodrigo Crespo & Stella Sette), set design de João Arpi (agradecimento Micasa) e tratamento de imagem do Studio Closer
Anitta usa look total Colcci – Foto: Gui Paganini, com edição de moda de André Phillipe, direção de arte de Thiago Batista, beleza de Silvio Giorgio, produção exectiva de Thebox.AG (Rodrigo Crespo & Stella Sette), set design de João Arpi (agradecimento Micasa) e tratamento de imagem do Studio Closer

“Quem não produz, enlouquece. Então, nunca vou parar de trabalhar 100%. Mas, sim, desacelerar, viver, aproveitar um pouco”, dispara Anitta nos bastidores do shooting para a Bazaar. Se qualquer outra pessoa falasse que já correu muito e quer descansar, no auge dos 26 anos, seria tachada de maluca.

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Mas é a cantora de maior sucesso da nossa história recente, que canta em português, inglês e espanhol (e fala fluente os três idiomas). Uma Carmen Miranda dos novos tempos. Fenômeno da era de streaming, só em 2019 Anitta teve mais de 1,1 bilhão de plays no Spotify (em 79 países).

Enquanto a luso-brasileira era porta-estandarte do samba, a carioca de Honório Gurgel – subúrbio do Rio – é a representante mais famosa do funk. Seu resplendor transcendeu barreiras musicais e conquistou nomes da elite da moda, como Jeremy Scott e Olivier Rousteing.

Anitta não precisa de adornos para chamar a atenção. Sua personalidade e determinação abrem alas. Aliás, para ela, a maior exuberância é ser notada. “Sou muito verdadeira, transparente. Não consigo ser metade em nada”, garante. Esse filtro – ou a falta dele – pode ser percebido na série documental “Vai Anitta”, cuja segunda temporada está prevista para este semestre na Netflix.

As gravações se encerraram em dezembro de 2019, durante as férias em Aspen, com direito a encontro com Mariah Carey, sua diva-mor. “Eles podem gravar tudo, eu não estou nem aí”, admite. Outro dia, estava discutindo ao telefone, entrou no banheiro e continuaram a gravar. “Depois bota um blur [borrão]”, brada.

Se na série é vida real, seu début como aspirante a atriz na televisão foi em horário nobre (na novela “Amor de Mãe”, da Globo). A façanha abriu precedente para outros convites, que pretende aceitar. Cinema, talvez? “Se envolver estudar e aprender coisa nova, eu topo”, adianta, citando nomes com quem adoraria contracenar, como Selton Mello, Adriana Esteves, Vladimir Brichta, Wagner Moura e Alice Braga.

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