Joias para ficar de olho – Foto: Divulgação

Desenhos com tecnologia 3D, materiais reciclados e orgânicos, inovações no jeito de usar: novos designers e labels já estabelecidas apostam em criatividade e consumo consciente. Veja abaixo 10 marcas de joias para ficar de olho.

MAM

MAM – Foto: Divulgação

Marca fundada em 2014 por Jordi Enrique Alber e Anthya Tirado em Barcelona, a MAM é puro deleite visual e uma revolução no jeito de usar joias e acessórios. A coleção-cápsula em parceria com a agência europeia de design Six N. Five tem ares futuristas e é toda feita com materiais sustentáveis, com acabamento holográfico e metálico.

H.Stern

H.Stern – Foto: Divulgação

A icônica marca carioca, que completará 80 anos em 2025, não para de se inovar – e renovar. Apostando em parcerias com artistas (Carlinhos Brown, irmãos Campana, Bruna Marquezine, Diane von Furstenberg, Oscar Niemeyer), na campanha mais recente, contratou a skatista Rayssa Leal para representar linha My Collection, para adolescentes. Sua imagem vai reverter apoio financeiro aos projetos de uma ONG, indicada por ela, beneficiada com parte da venda do pingente Fadinha.

Struktura

Struktura – Foto: Divulgação

A marca paulistana de joias criada em 2016 por Stephanie Bekes Camargo, trabalha com materiais brutos e naturais como prata, cristais, pérolas barrocas e couro, compondo uma identidade atemporal e arquitetônica de peças handmade construídas em pequena escala.

Rayna Amura

Rayna Amura – Foto: Divulgação

Outra revelação da estação, a franco-japonesa Rayna Amuro, levou o prêmio de escolha do público do Festival de Hyères. Usando materiais orgânicos como o vime, a designer cria peças em prata que mudam de figura em relação ao movimento da orelha ou do braço. Formas arquitetônicas se encaixam no corpo e se movem com ele.

Maneca

Maneca – Foto: Divulgação

Modeladas à mão e reinterpretadas com o uso da tecnologia 3D, as peças da marca paulistana são uma ode à imaginação, sem seguir as regras clássicas da joalheria. Criada em 2018 por Luiza Maraschi, as joias cheias de ginga em prata de lei, brincam com artesanato e com o high-tech, e seduzem um público ávido por designs contemporâneos.

Roussey

Roussey – Foto: Divulgação

O designer francês Yann Tosser-Roussey, ex-Kenzo, também viu na tecnologia 3D a possibilidade de criar joias cheias de personalidade. E o melhor, conscientes: elas são criadas com poliácido láctico, um tipo de plástico feito a partir de amido de milho. Ganhador do prêmio Hermès de Acessórios de Moda do Festival de Hyères desse ano, Yann é apontado como um dos designers do momento na Europa.

Demgo

Demgo – Foto: Divulgação

Feitas a partir de metais reciclados, tendência cada vez maior na joalheria mundial, a marca gaúcha adota o motto “inspiração no antigo e na memória dos materiais, que um dia já foram outros objetos”. Criada em 2018 pela historiadora Débora M. Goldenfum, a label usa, entre seus materiais, prata banhada a ouro, pedras naturais e pérolas.

Laura Lins

Laura Lins – Foto: Divulgação

Uma das finalistas do prêmio Première Classe x Eyes on Talents, a designer carioca lançou sua marca em 2018 com o intuito de explorar formas orgânicas, texturas e contrastes, com uma predileção pelas irregularidades nas peças.

Talento

Talento – Foto: Divulgação

Para comemorar os 30 anos da marca mineira, completados no ano passado, a coleção icônica Maleável ganha nova roupagem. Em ouro amarelo e branco, e confeccionadas por uma nova técnica que não necessita da cravação da pedra para criar o movimento, as peças ganham maleabilidade e ares de modernidade.

Alina Alamorean

Alina Alamorean – Foto: Divulgação

A designer franco-romena, filha de arquitetos, sempre foi apaixonada por grandes formas e partes do corpo humano. Inspirada por Le Corbusier e Gaudí, ela lançou sua marca de joias em 2007, brincando com materiais como o acrílico para criar, à mão, peças arquiteturais e impressionantes. Golas, pulseiras e anéis envolvem o corpo numa espécie de dança sensual.