Foto: Arquivo Harper's Bazaar
Foto: Arquivo Harper’s Bazaar

A tecnologia evolui de forma exponencial e atinge em cheio vários setores da indústria, e com o mundo da moda não é diferente. Além do movimento slow fashion, que prega maior consciência sobre a sustentabilidade e o consumo de roupas ecológicas e com reutilização de materiais, o setor se movimenta para encontrar melhores formas para atrair os consumidores e para lançar uma nova trend.

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Se, hoje, o público tem acesso a um mundo de informações por meio de um notebook ou celular, o mercado precisa se atualizar tanto no modo de produção como na forma de se comunicar com o consumidor final.

Nas fábricas, o foco está em soluções de baixo impacto ambiental e maior eficiência para a confecção dos tecidos; na criação das peças, a inovação está presente em uma maior assertividade por meio de softwares de desenho e máquinas de precisão; isso sem contar os diferentes nichos de mercado e tecidos para diferentes públicos, de animais de estimação a médicos, bombeiros e militares.

Como se pode notar, a moda se preocupa com a estética e com as novas trends da estação, mas o mercado enxerga outras possibilidades mais complexas de atuação, até mesmo para acompanhar o ritmo industrial e as demandas dos consumidores. Para atingir todo esse nível de sofisticação, o mundo da moda investe em alternativas tecnológicas surgidas ou aperfeiçoadas nos últimos anos.

Robôs com software de visão computacional são utilizados, por exemplo, na manipulação de tecidos, enquanto a impressão em 3D se encarrega de produzir modelos e contribuir para a elaboração de peças mais personalizadas para o consumidor ávido por novidades. Já a inteligência artificial está mais voltada para a detecção de padrões e preferências do público, para confeccionar novas tendências e modelos de roupas.

Além dessas tecnologias, existem outros métodos de fabricação e de confecção de roupas e acessórios para aumentar a sustentabilidade das peças e promover maior agilidade no processo de produção. As possibilidades e combinações são infinitas, e o mercado procura trabalhar com essas novas ferramentas, embora no Brasil ainda há muitas fábricas que operam com os métodos tradicionais.

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